O Museu de Porto Alegre

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É o principal dedicado a capital gaúcha, e leva o nome de Joaquim José Felizardo criador da Secretaria Municipal de Cultura. E fica em um lugar repleto de história. A casa foi erguida entre as décadas de 1840 e 1850, por Lopo Gonçalves para ser sede de sua propriedade rural que se estendia por boa parte do que hoje é o bairro Cidade Baixa. Mas em meados do século XX, foi adquirida por José Albano Volkmer que instalou ali, uma fábrica de velas que funcionou até a década de 60. E antes de ser transformada em museu em 1982, ainda abrigou o Serviço de Assistência e Seguro Social dos Economiários. Suas salas contam além da trajetória do prédio, toda a saga de uma cidade que começou com uma modesta vila açoriana, e se transformou na metrópole que conhecemos hoje. Estão lá, vários objetos que mostram a vida doméstica de séculos passados, incluindo-se o legado dos escravos de origem africana, e até mesmo achados arqueológicos de comunidades indígenas que vagavam por esta região. Os espaços para exposições temporárias, e uma grande área externa onde se realizam eventos periódicos, completam este lugar incrível que tem muito a ensinar…

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Se tu quiseres, tu podes vir conosco! Nós temos passeios especiais te esperando. Basta escolher um deles neste link aqui.

Três lugares incríveis de Caxias do Sul

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Lugares com uma história única e que nos diz muito. As pinturas das paredes da Igreja de San Pelegrino executadas pelo italiano Aldo Locatelli, são de uma riqueza impressionante. Suas figuras humanas, celestiais e até demoníacas impressionam até mesmo os que tem pouca ou nenhuma fé religiosa. Principalmente a cena do juízo final, em mosaico amplo no tento da nave principal. O Museu Ambiência Casa de Pedra, não muito longe dali, é outro local onde se pode presenciar um pouco da energia desta grande cidade da serra gaúcha. Lá, uma série de objetos e móveis ajudam a contar com ricos detalhes, a saga da imigração italiana na região. A própria construção, erguida com pedras retiradas de um arroio, foi moradia desde os primeiros tempos da colonização. Mas é um pouco afastado da região urbana principal no distrito de Galópolis, é que se pode presenciar um interessante testemunho de uma história peculiar. A Vila Operária erguida ao melhor estilo inglês, centraliza esta comunidade encravada em íngremes montanhas, que se desenvolveu ao redor de uma tecelagem. Fundada por uma cooperativa formada por ex-grevistas italianos que foram deportados para a América do Sul, a empresa possui uma longa história. E um dos capítulos dela, foi protagonizada por Hércules Galló que mandou construir as casas, para facilitar a moradia daqueles que vinham da cidade. O nome da comunidade é uma homenagem a este corajoso empreendedor. Estes três exemplos de determinação, trabalho, fé e cultura, podem ser visitados em um passeio que faremos no próximo dia 15 de agosto. Abaixo, seguem links de outras postagens nossas onde podes conhecer um pouco mais de cada um destes lugares. Para mais informações sobre este e outros passeios, tu pode nos contatar pelo e-mail destinosdosul@gmail.com ou no whatsapp 51 99951 2309. Vamos juntos?

Igreja de San Pellegrino e suas impressionantes pinturas

A Casa de Pedra de Caxias do Sul

A saga de Galópolis: Parte 1 – Grevistas de Schio

A saga de Galópolis: Parte 2 – A vila operária

 

Antigas Igrejas de Porto Alegre – Conceição

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Ela foi uma das primeiras a serem erguidas na capital gaúcha. Sua inauguração se deu em 1858, mas somente em 1880 suas duas imponentes torres são concluídas. Construída no estilo barroco colonial tardio, hoje faz companhia a agitada Avenida Independência nas proximidades do Centro Histórico da cidade. Em seu interior possui ricos ornamentos dourados, todos eles praticamente originais. Mas é nas paredes, que está um belo conjunto de imagens de santos, com grande expressividade. Como a da padroeira, que é um importante exemplo da escultura portuguesa do século XVIII. No final de cada ano, no dia 8 de dezembro, uma procissão luminosa reúne os fiéis com seus agradecimentos e pedidos de graça, a Nossa Senhora da Conceição. Assim como esta preciosidade da igreja católica, muitas outras com semelhantes belezas, estão encravadas em meio a altos e modernos prédios da capital dos gaúchos. Assistindo passivamente o ir e vir de multidões de carros e gentes, que muitas vezes não imaginam as riquezas existentes por trás de suas paredes…

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O Museu Histórico da saga germânica.

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No mês em que se completam os 194 anos da chegada dos primeiros colonos alemães no Vale dos Sinos, nada mais interessante do que conhecer de perto esta história ali mesmo onde tudo aconteceu. O Museu Histórico Visconde de São Leopoldo na cidade gaúcha que leva o nome deste nobre, um riquíssimo acervo mostra ao visitante os objetos que contam esta saga, e o desenvolvimento posterior da cidade e da região. Estão lá desde louças de outras épocas até maquinário dos primórdios da indústria gráfica, passando por instrumentos musicais, armas ferramentas, e os alvos de madeira usado nos clubes de tiro com seus desenhos característicos. A arte usada nestes interessantes objetos remete a situações vividas na colônia e na pátria mãe dos germânicos que chegaram por ali em julho de 1824. Cada objeto, bem como as fotografias e documentos do arquivo histórico que fica no mesmo prédio, possui ainda a sua própria história, e a história das gentes que os usaram. O relevante museu é um dos principais dedicados aos alemães e um dos carros chefes da recém-formada rede de museus, dedicados a esta expressiva corrente migratória. Depois de ter passado por um período em que esteve fechado, voltou a abrir contando com rica programação cultural envolvendo música e palestras realizadas com frequência. Um lugar para visitar, pesquisar e descobrir a história e muitas histórias. Que certamente enriquecem a nossa saga contemporânea….

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A Mina de Gramado

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Para quem está se preparando para passar o inverno no grande centro turístico gaúcho, uma dica interessante é conhecer uma verdadeira mina de pedras preciosas. Em um parque na zona rural de Gramado fica este empreendimento único, onde se pode entrar na réplica de uma mina subterrânea com paredes recheadas de conjuntos dos mais diversos tipos de pedras preciosas e semi-preciosas, e suas brilhantes e variadas cores. Muitas delas vem do município de Ametista do Sul no noroeste do Rio Grande do Sul, mas há exemplares de todo o Brasil e de outras partes do mundo. Principalmente no museu que completa o passeio com exposição de pedaços de tamanhos diferentes expostos em prateleiras envidraçadas, em meio a alguns equipamentos utilizados na exploração destes recursos naturais. Mas é um terceiro ambiente que está uma outra atração igualmente interessante. Uma sala onde as paredes estão preenchidas com grandes conjuntos de pedras que podem ser tocadas por todos, para que se possa tentar perceber as sensações propostas por cada tipo. Estão lá, a Auto-estima, a fertilidade, a sabedoria, o amor, e muito mais. O que permite que a experiência visual seja completada com uma vivência tátil e sensorial. Se estes sentimentos não invadirem a tua alma, ao menos é possível tocar as diferentes texturas. E matar um pouco mais a curiosidade a respeito destas obras-primas da natureza…

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Igreja de San Pellegrino e suas impressionantes pinturas

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Uma verdadeira galeria de arte é o que espera fiéis e visitantes desta imponente igreja. O pintor italiano Aldo Locatelli não poupou esforços e inspiração para compor um espetacular mosaico de imagens nas paredes, no altar e no teto. As criativas cores da via sacra, imortalizada em quadros nas laterais, fazem companhia a delicadas figuras de anjos que representam as obras de misericórdia a serem conduzidas pelos cristãos.  No altar principal as imagens de São José à esquerda e de San Pellgrino e Nossa Senhora do Caravaggio à direita, parecem se comunicar com os que oram, através de expressões faciais tão bem caracterizadas. Mas é quando se lança o olhar ao alto, que se percebe a magnifica cena do juízo final com seus variados personagens se degladiando no cenário apocalíptico. Ao redor dela e se espalhando por toda cobertura, estão os quadros que representam o “Dies Are” ou o dia da ira que conta os pormenores do último dia da existência humana e seu ajuste de contas. Um conjunto de obras de arte que se propõe a comunicar a palavra divina segundo a bíblia dos cristãos, mas que acaba por atingir em cheio os corações e mentes daqueles que entram pela porta principal da nave. Independente da intensidade de sua fé…

 

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O Armazém e as pinturas em Hamburgo Velho

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O tradicional bairro de Novo Hamburgo com seu rico patrimônio histórico, guarda surpresas especiais, e o destaque é o conjunto composto pela Casa Schmitt Presser e a Fundação Ernesto Frederico Scheffel. A começar pela arquitetura externa destes dois prédios mais do que centenários e bem conservados. O uso da inconfundível técnica de construção enxaimel na casa de comércio erguida no princípio do século XIX por Johann Schmitt se destaca na paisagem chamando a atenção mesmo nos mais apressados transeuntes e motoristas. O prédio foi deste os primórdios da ocupação da região uma típica venda, verdadeiro ponto de encontro da colônia alemã. Era ali que se comercializava o produto do trabalho árduo das pequenas propriedades, obtendo-se em troca o que não saia da terra. Estas outras mercadorias eram trazidas muitas vezes no lombo das mulas dos tropeiros que cruzavam por ali nos primeiros anos, ou nos vagões do trem que começou a trazer progresso, já no alvorecer do século XX. Foi neste novo século aliás, que a casa sofre uma interessante transformação. A rua que cruzava em frente as portas do comércio, foi rebaixada para que não ficasse em nível tão alto em relação a ferrovia que passava paralelamente a uma quadra dali. Assim, o andar principal passou a ser um segundo andar, e surge um novo pavimento térreo que passa a abrigar o comércio. Após o falecimento do primeiro proprietário, o marido de uma de suas netas Edwino Presser retoma o comércio já em tempos mais recentes, com o local servindo muitas vezes de ponto de encontro das famílias ou até mesmo de banco para fornecimento de crédito. Mas nesta época, o belíssimo prédio ao lado erguido em 1890 já era ocupado pelo atelier do pintor Ernesto Frederico Scheffel, um grande retratista dos hábitos e cotidianos da colônia alemã, além de diversos outros temas. E foi o artista que se empenhou para a preservação do tradicional prédio vizinho, quando o comércio chegou ao seu fim nos anos 70. A transformação por parte do poder público em um museu, foi o resultado da luta do artista que viu as duas edificações formarem um relevante conjunto cultural. A Fundação Scheffel uma das maiores pinacotecas de um único autor no mundo todo, recebe além dos imensos painéis com suas pinturas, esculturas e partituras nos três amplos andares do prédio que chegou a ser utilizado como salão de baile, e até mesmo como hospital. Mas é na Casa Schmitt-Presser que se mergulha no passado logo na entrada onde é reproduzido o balcão principal da venda, com seus altos armários e pesado balcão recheado de objetos utilizados em tempos menos tecnológicos. Já nos dois andares superiores pode-se transitar por ambientes perfeitamente reproduzidos das peças da antiga residência. É ali que estão além dos móveis e utensílios da casa, a mostra de um pedaço da parede onde está evidenciada a técnica de construção envolvendo o tramado de madeira preenchido de barro, que tanto foi utilizada pelos bravos pioneiros germânicos. E que está ainda hoje entranhada neste maravilhoso testemunho de uma época…  Mas o bairro Hamburgo Velho ainda tem muito mais a mostrar com o seu conjunto de prédios e suas belas histórias…

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