O mundo das crianças

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Que repete em pequena escala o mundo dos adultos… Do sonho de um avô de presentear os netos com miniaturas de casas e prédios de verdade, surgiu essa grande atração de Gramado. O Mini-mundo traz a caprichada réplica de prédios de várias partes do mundo, incluindo exemplos do patrimônio histórico do Rio Grande do Sul. Nos caminhos por entre eles nos sentimos como gigantes dominadores daquele mundo de pequenos personagens, que preenchem as ruas das belas maquetes. Mas é claro que o encantamento maior é dos pequenos que enxergam os objetos como se fossem seus brinquedos a simular o mundo que encontrarão em sua vida adulta. E que hoje é apenas imaginação. E as mães e pais, tias e tios, avós e avôs, que os acompanham talvez sintam saudades da infância que tiveram. Ou mesmo imaginem uma infância que gostariam de ter vivido. Mas ao olhar para as pequenas cópias de um mundo real, é provável que muitos imaginem que o que construímos ao longo da nossa história, é resultado dos nossos sonhos de infância. Mesmo que nem todos eles tenham sido realizados…

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O memorial da trajetória dos gaúchos

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Dos que habitavam no Rio Grande do Sul, desde o tempo das cavernas até os dias de hoje. É o que se encontra no Memorial do Rio Grande do Sul no antigo prédio da sede central dos Correios e Telégrafos, por si só, uma atração parte com sua belíssima arquitetura. Uma trajetória riquíssima mostrada em didáticos e ilustrados painéis em ordem cronológica, permitem um aprendizado de forma prática e resumida. Nesta fantástica aula de história da nossa gente, se pode perceber os inúmeras embates e construções que ocorreram em séculos. Foram guerras, tomadas de poder, discussões, movimentos migratórios e principalmente trabalho árduo. Não foi um caminho fácil. Muito se perdeu outro tanto se ganhou para chegar onde estamos. Como em todo o lugar o processo civilizatório é complexo e não para, e olhar o passado pode nos trazer lições. Até mesmo para semear o futuro que ainda não está escrito. Muitas das contribuições dos que já foram, seguem hoje a disposição dos que estão erguendo as vidas e enfrentando os desafios de hoje. E em momentos como o que estamos presenciando atualmente, conhecer o que se passou por aqui pode ser inspirador para tomar as melhores decisões…

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A amplitude do Morro Grande em Rolante

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A vista que se tem do alto dos seus 841 metros acima do nível do mar é simplesmente impressionante. Pelo seu formato peculiar pode-se apreciar quase 360 graus de visão, que vão desde os morros antes de se chegar ao litoral em direção a Riozinho até a região de Gramado. E nesta caminhada do olhar de leste a norte, se enxerga Santo Antônio da Patrulha ao sul, Taquara, Sapiranga e até mesmo Novo Hamburgo há cerca de 60 km a oeste. Além é claro da visão completa da zona urbana de Rolante, logo ali abaixo.  O local conta com estrutura para acampar, praticar vôo livre ou simplesmente apreciar a vista estonteante. Um lugar para se distanciar do que está lá embaixo, mas ao mesmo tempo admirar o conjunto do que é construído diariamente nas cidades e a belíssima obra da paisagem natural com a qual fomos presenteados.

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Se tu quiseres, tu podes vir conosco! Nós temos passeios especiais te esperando. Basta escolher um deles neste link aqui.

A casa e o cipreste da Revolução

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Foi na sombra do cipreste em frente a residência de Gomes Jardim, que os farrapos traçaram seus planos para invadir Porto Alegre e iniciar a luta por liberdade, igualdade e humanidade. Mas a história da casa começa muito antes da primavera gaúcha de 1835, e antes dela fazer parte da zona urbana de Guaíba, as margens do lago de mesmo nome e em frente a capital do Rio Grande do Sul. Em tempos em que as fronteiras do pampa ainda não estavam claras, espanhóis e portugueses mediam forças por estas terras. E provavelmente foram soldados castelhanos que plantaram a famosa árvore, para marcar o local onde deve ter morrido um importante comandante… Pois era assim em terras europeias. E a casa veio depois como sede de uma fazenda pertencente à Antônio Ferreira Leitão que a deixou em herança à sua filha, esposa de José Gomes Vasconcelos Jardim. Coube então à este praticante da medicina, se juntar com outros rebeldes sob o comando de Bento Gonçalves para iniciar a guerra que duraria uma década. Além de ser o berço da revolta que queria mais autonomia a então província do império brasileiro, foi também o local da morte deste líder. A cama onde dois anos depois do término das batalhas, Bento deu o último suspiro sob os cuidados do amigo, ainda segue lá como testemunho desta história. Os atuais proprietários fizeram dela um museu onde se pode ouvir com uma tocante dedicação, sua esta história bicentenária. O seu entorno oferece também uma praça, a igreja, e a vitrine cultural com exposições temáticas. E uma bela vista do Lago Guaíba e de Porto Alegre lá do outro lado. Locais que ainda mostraremos mais…

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Salvadores da Pátria

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Sempre estivemos buscando um, nas mais variadas épocas e com as mais variadas ideias. De todos os lados. E na história podemos buscar inúmeros exemplos dos que sonharam em ser o líder e foram vencidos, e os que o foram e deram sua contribuição. E eles salvaram a nação? Boa pergunta. Mas com certeza ajudaram a construir o que está aí. O lado bom e o lado ruim. E haverão os próximos que se prestam a este papel. Isto mesmo. Um papel. Um ser humano como todos nós de repente pode se apresentar, crescer, convencer e ser o escolhido para cumprir um roteiro que seus seguidores propuseram e elegeram. Mas serão somente eles os protagonistas da saga de uma nação? A história de um povo em um território é tão simples assim? A complexidade de uma sociedade insiste em nos dizer que não. Mas a construção vai seguir. O tempo vai passar e os sonhos estarão sempre presentes em cada mente, em cada coração. E são os sonhos sonhados por muitos que são as bases de uma pátria. Somos todos nós que ajudamos a construir um país. Todos os dias. Com amor, ideais e trabalho. E no fundo somos todos nós que de um jeito ou de outro, somos os verdadeiros salvadores da pátria!

MUITOS MUSEUS!!!

Ainda há muitos de pé! São 3788 em todo o Brasil e 468 no nosso Rio Grande do Sul, segundo o site http://www.museus.gov.br. Quantos tu já visitaste? Nós em Destinos do Sul http://www.destinosdosul.com fizemos pouco ainda, e só conseguimos mostrar 15 voltados a história do Rio Grande do Sul, nosso foco principal ao procurar estes espaços. Enquanto as cinzas do maior e mais importante do país, são vasculhadas na busca do que restou e das causas do doloroso incêndio do dia 2 de setembro de 2018, é hora de começarmos a pensar… Pensar sobre a sua importância. Pensar no que tem a ensinar. Pensar em como mantê-los. Mas antes de tudo conhecê-los. Ver o que tem neles. Aprender algo neles. Algo que nos possa ensinar a sermos melhor do que somos em todos os sentidos. Se tu pagares ingresso para entrar em deles, tu vais ajudar ele a ser mantido. Se tu conheceres um de entrada gratuita (e há muitos) e deixares a tua assinatura no famoso livrinho (nunca esqueças de assiná-lo), haverá mais motivos para que se direcionem recursos para eles! Afinal, existem muitos profissionais dedicados a conservá-los e promovê-los. Faz a tua parte. E se defenderes a sua existência e te disserem que as “pessoas não se interessam por isso”, responda que tu és uma pessoa! E se interessa.
Não te esqueces que nos nossos passeios sempre tem um museu….

A diversidade da Expointer

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A grande feira do agronegócio da América Latina, é um mundo, onde cabe muito. E ela começou como uma feira de animais criados na zona rural, principalmente no pampa gaúcho. Nas planícies sem fim, as numerosas manadas fizeram a riqueza e ascensão da figura do fazendeiro, que desenvolveu raças variadas para os mais diversos fins. Delas veio a carne, o couro, o leite e a beleza e imponência de cada uma expostas aos demais criadores e ao público em geral. Principalmente da agitada cidade, muitas vezes distante do campo. Mas ao longo das últimas décadas, muito mais do que os tradicionais concursos e seus prêmios, foi se somando à esta tradição uma grande cadeia de atividades. A agricultura chegou com a força das máquinas, que colhem os grãos de grandes plantações com suas frequentes inovações. Também foi acrescentada a riqueza e variedade da agricultura familiar, fortemente ligada às regiões de imigração e suas pequenas e médias propriedades. Soma-se a isso, a presença de diversas instituições do setor, e uma ampla variedade de comércio, lazer e serviços que completam o espaço que recebe milhares de visitantes. A grade festa realizada todos os anos em Esteio, encravada na região metropolitana de Porto Alegre, é um lugar que merece uma visita. Para entender a complexidade envolvida para trazer o alimento para a nossa mesa e conhecer de perto e de forma ampla, a cultura do nosso Rio Grande do Sul.

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