A senzala no porão.

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Que pode ser visitada em Triunfo, em uma das várias residências antigas da cidade. Praticamente original e inalterada de como era quando abrigava um número elevado de escravos por metro quadrado, que descansavam em condições precárias. E o local era mais baixo do que a altura de um homem, para evitar que alguém ficasse de pé e liderasse com palavras, uma revolta. Durante anos a fio, seres humanos da África aportaram em terras do sul e de grande parte do continente americano, não em busca de uma vida melhor como fizeram imigrantes portugueses, alemães, italianos e muitos outros. Mas como perdedores de uma guerra. Onde europeus venceram e os trouxeram como troféus, para que fizessem o trabalho que eles não queriam fazer. O trabalho braçal e pesado que exerciam sem poder questionar e muito menos prosperar, como pessoas. Afinal eram considerados tão somente como bens materiais, sendo comercializados como tal… Chamados inclusive de peças… E em cima do porão que servia para moradia de senhores que ditavam as regras do trabalho, passou a viver um religioso que em nome do amor, começou libertar estes africanos. Por fim, o prédio hoje é recheado de instrumentos da liberdade, pois há alguns anos é ocupado por uma biblioteca…

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A cascata na curva da estrada

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Não cansamos de mostrar as inúmeras e belas quedas d´água, que estão em todos os recantos do Rio Grande do Sul. Muitas delas estão escondidas em lugares de difícil acesso, outras estão em parques com cobrança de ingresso, mas uma parte delas é fácil de chegar e apreciar. É o caso desta na estrada de acesso ao pequeno município de Alto Feliz no Vale do rio Caí. Em uma curva da sinuosa estrada que é uma das subidas alternativas da serra gaúcha, este recanto surpreende os motoristas que não relutam em dar uma parada. Seja para tirar fotos, ou simplesmente para sentar nos bancos em suas proximidades e apreciá-la. Fruto de um córrego de pouco volume, sua vazão muitas vezes é precária, mas o espetáculo é garantido. Após o pequeno lago o curso segue por entre pedras e passa por debaixo da estrada, percorrendo o vale até desaguar no caudaloso Caí. Mais um cantinho fácil de conhecer… Dos muitos já desvendados e de outros tantos a mostrar…

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A história da medicina no sul

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Que é contada no Museu da História da Medicina, nas proximidades do Centro Histórico de Porto Alegre no prédio onde por muitos anos funcionou o Hospital de Beneficência Portuguesa. Lá estão objetos utilizados para os mais diversos fins relacionados a saúde e aos cuidados de pacientes com as mais variadas enfermidades. Também estão ali trajetórias de vida destes personagens que tem comemorado o seu dia neste 18 de outubro. Por que não bastam estruturas, equipamentos e medicamentos sem a presença do médico e sua formação. Principalmente como ser humano, habilidade fundamental em qualquer atividade. Afinal, muitas vezes a cura vem tão somente pela palavra e pelo gesto de amor. Por isso, ouvir e falar é tão importante… Em qualquer situação.

Esta postagem é uma homenagem a estes profissionais que nos cercam, com especial atenção aos que estão próximos de mim, que escrevo estas palavras. Principalmente a meu pai José Mário de Carvalho, dedicado profissional que tanto se importou com o lado humano de todas as pessoas. É o primeiro dia do médico sem sua presença física. Mas ele está eternizado no nome de uma Unidade Básica de Saúde de Esteio, cidade onde nasci e onde ele exerceu sua atividade com foco principal na saúde pública, da qual era um grande defensor. E acima de tudo seu legado está eternizado em muitas mentes e corações…

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O mundo das crianças

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Que repete em pequena escala o mundo dos adultos… Do sonho de um avô de presentear os netos com miniaturas de casas e prédios de verdade, surgiu essa grande atração de Gramado. O Mini-mundo traz a caprichada réplica de prédios de várias partes do mundo, incluindo exemplos do patrimônio histórico do Rio Grande do Sul. Nos caminhos por entre eles nos sentimos como gigantes dominadores daquele mundo de pequenos personagens, que preenchem as ruas das belas maquetes. Mas é claro que o encantamento maior é dos pequenos que enxergam os objetos como se fossem seus brinquedos a simular o mundo que encontrarão em sua vida adulta. E que hoje é apenas imaginação. E as mães e pais, tias e tios, avós e avôs, que os acompanham talvez sintam saudades da infância que tiveram. Ou mesmo imaginem uma infância que gostariam de ter vivido. Mas ao olhar para as pequenas cópias de um mundo real, é provável que muitos imaginem que o que construímos ao longo da nossa história, é resultado dos nossos sonhos de infância. Mesmo que nem todos eles tenham sido realizados…

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