O passado como fantasia

Em nossas andanças visitamos mais de 20 museus das variadas etnias que povoaram o Rio Grande do Sul, mas sabemos que há mais. E neles o que se vê essencialmente é um passado que não existe mais ao menos no dia-a-dia corrido. Mas o que já se usou está lá preservado. E entre uma grande diversidade de objetos, muitas vezes nos deparamos com as roupas típicas dos povos do sul. Vestida em manequins, dentro de antigos armários ou simplesmente expostas em suportes simples, elas nos ajudam a imaginar a rotina dos nossos antepassados. Mas por que não mergulhar mais na vida deles? Se sentir como os seus bisavós. Pois seria uma interessante sugestão de fantasia para este dia de carnaval, ou para o do ano que vem. Vivenciar a cultura que molda um povo, é uma forma de se sentir parte dele, valorizando as raízes não só dos que ajudaram a construir o que temos, como a nossa própria história pessoal.

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