A ponte, um moinho e o suicídio de uma africana, junto a belas cascatas.

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A ponte de arcos de Colônia Jardim ainda está lá, mas o moinho que dá nome a cascata de Progresso já se foi. Assim como uma afro-descendente que teria se jogado do alto do perau (que no sul significa um lugar alto, um precipício). Ao menos é o que diz a lenda ou história do Perau da Nega de Boqueirão do Leão, que acompanha uma bela queda d´água. Assim como é impressionante, o conjunto formado por uma queda longitudinal em companhia da ponte de arcos sobre o arroio Forquetinha em um cenário inspirador, ou mesmo o arco-íris formado em manhãs de sol nas paredes com musgos da Cascata do Moinho. Estas duas últimos fazem parte do Caminho das Cascatas do Vale do Taquari. Mas é a que fica perto do perau, que forma um ambiente impactante. Imensos paredões vigiam o rio que dá vazão ao lago formado por esta queda vigorosa, sobre uma escadaria natural de pedra. Um lugar para apreciar não só a beleza de cada detalhe, como o ineditismo do conjunto que combina a cascata com a paisagem das escarpas verticais. Seria este o lugar para dar término a sua própria vida? O que será que atormentava aquela que se jogou do alto, para o fim de sua existência? Talvez achasse que havia chegado ao paraíso, e nada mais tão belo encontraria em sua provável vida sofrida…

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