O histórico e imponente Seminário de Pareci Novo

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Na pequena cidade de Pareci Novo, às margens do Rio Caí este imponente prédio erguido em 1901, possui uma história ligada a formação de padres e cidadãos ao longo do século XX. Uma das principais instituições deste tipo no Rio Grande do Sul, o Seminário São José foi idealizado pelo Padre Teodor Amstad, interessante personagem que também foi o proponente de uma cooperativa de crédito em Nova Petrópolis. Ele teria pensado na ideia após rezar uma missa na localidade de Santos Reis em 1893, para dois anos depois ocorrer a compra de uma área de terras pertencente a família Teixeira. A ideia era trazer seminaristas de uma entidade menor que existia em São Sebastião do Caí, e a sede da fazenda acabou abrigando os futuros padres nos primeiros anos. Em um segundo momento então em 1901, é inaugurado o prédio que receberia uma ampliação em 1930, após resistir a tentativas de fechá-lo e transferir suas atividades para mais perto da capital… Ao longo de décadas inúmeros sacerdotes saíram de seus bancos escolares, mas também estudantes que seguiram outras vocações e se destacaram na sociedade gaúcha. No amplo espaço ocupado por sua sede se fazia todo o que era necessário para a sobrevivência, desde o cultivo de hortas e pomares, até atividades de marcenaria e confecção de roupas, passando ainda por criação de animais… Mas os tempos foram mudando e as aulas e rezas se encerraram nos anos 1990, com o lugar sendo vendido a um proprietário particular, e posteriormente ficando para o município em 2006. A cidade que se emancipou em 1992, possui além da bem cuidada praça, um museu (fechado em tempos de pandemia) e a igualmente bela igreja de São José, com interessantes e ricas pinturas em seu interior, tudo em torno deste prédio. A produção de flores é um destaque deste município de colonizado por imigrantes germânicos, sendo mais uma contribuição deste histórico lugar que recebeu uma boa notícia neste julho de 2021. Já está em licitação as obras de restauro do prédio que começarão pelo se telhado. Devidamente acompanhada e aprovada pelo IPHAE (Instituto do Patrimônio Histórico e Artísitico do Estado do Rio Grande do Sul), o projeto receberá recursos federais e municipais de pouco mais de R$ 1.170.000. E não deverá parar por aí, pois existe a intenção de seguir na busca por mais recursos, com a intenção de transformar este belo patrimônio em um Centro Cultural, com atividades variadas a serem ainda definidas. E que certamente valorizarão ainda mais a cosntrução, atraindo visitantes que poderão se encantar com suas linhas arquitetônicas, a natureza ao seu redor e suas inúmeras histórias de vida…

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