A velha Plataforma de Atlântida

Pois já faz alguns anos que ela tem recebido pescadores que querem avançar no mar. Desde 1971 eles utilizam a estrutura inicialmente construída em foram de T, para fisgar os peixes do jantar. Mantida por uma associação de praticantes desta atividade, cobra um pequeno ingresso de quem quer apenas visitá-la e apreciar as ondas indo de encontro aos pilares. Ondas que com o passar dos anos acabaram por derrubar um de seus braços em 1994, mudando o seu formato para a letra L. Mas não só de peixes vive o local. A influência da construção no fundo arenoso, acaba por propiciar ondas de melhor formação atraindo surfistas que tentam domá-las, muitas desviando de linhas provenientes das varas que estão lá em cima. Em um conflito nem sempre pacífico entre estes usuários. Mas é em dias de muito vento, que tem aparecido ali e também em vários outros pontos do litoral, um número expressivo de praticantes de Kitesurf. O esporte onde se corta a água em cima de uma prancha sendo impulsionado pela força dos ventos, tem ganhado mais adeptos nos últimos anos, se tornando mais uma entre as várias atividades do verão. Este verdadeiro símbolo desta praia que se destaca na paisagem, está rumando ao cinquentenário sendo constantemente reforçado, para vencer a força do mar. Enquanto testemunha o ir e vir dos que buscam as mais variadas formas de lazer no seu entorno… É claro que voltaremos lá (sempre voltamos) para mais imagens… De outros ângulos.

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