Próximo a serra do mar, e aos trechos iniciais do Vale do Rio dos Sinos, uma pequena cidade é cortada pelo rio que dá nome a ela, chamado Riozinho. Isto mesmo. Rio Riozinho pode soar estranho, mas este curso d’água é possuidor de águas límpidas, e margens com matas muito bem preservadas.

E um trecho dele pode ser observado facilmente de cima das pontes que interligam as ruas da pacata zona urbana, onde á fácil também avistar os morros ao redor. Uma destas pontes substitui uma mais antiga, de ferro e madeira com data de 1907, que lhe é vizinha. A placa com a identificação do ano de construção e com nomes de autoridades da época, está lá como testemunho deste marco da região…

É claro que a igreja Nossa Senhora do Rosário erguida em 1944 centraliza a comunidade, e estando aberta foi um convite a aumentar a nossa coleção de imagens de belos vitrais… Todos eles atualizados depois de um restauro em 2015. Ali em frente, depois de se atravessar a rua em um bem cuidado e belo canteiro central, se impõe a Casa dos Pretto. Deduz-se que este antigo casarão teria pertencido a este sobrenome, e que tenha décadas de história. Encontramos ele fechado sem saber o seu uso, mas testemunhamos que neste 2022, ele está tinindo de novo, dando a impressão de ter recebido recente restauração…

Mas é na zona rural que nos deparamos com mais belezas, principalmente naturais… A cidade é rica em cascatas, por seu relevo acidentado, e gostaríamos de ter visitado várias de suas quedas. Mas vai ficar para outros conteúdos… Já mostramos por aqui a imponente Cascata do Chuvisqueiro em conteúdo exclusivo de 2021, e desta vez demos preferência para a Cascata do Paredão.

De fácil acesso, perto de uma comunidade com antigas casas e uma bela igrejinha com campanário de madeira, a queda se esparramo por uma altura não muito elevada formando um lago de razoável tamanho para um bom banho. O sol da tarde neste dia, a pegou em cheio, formando um interessante arco-íris, que parecia se formar alguns metros a frente dela, na outra margem do lago. O que nos surpreendeu, nos encantou e pareceu nos convidar a tocar o seu final. Mesmo que tivéssemos testemunhado, por ser tão perto, o fato de que não havia um pote do ouro no final…

Há muitas outras quedas por ali como dissemos, mas teríamos que ter mais dias, e nos prepararmos (talvez com mais gente qualificada e conhecedora da região) para nos aventurar em trilhas mais longas… Mas a tarde foi completada com outras surpresas como a singela igreja de madeira da comunidade de Arroio do Tigre, que cruzamos nos caminho para esta queda, e que parecia perfeitamente encaixada na paisagem das montanhas.

E é claro que esse não é o único recanto com cenários incríveis. A região, repleta de vales e montanhas cobertas com a exuberante mata atlântica, é toda ela de tirar o fôlego. Como dissemos, a cidade está inserida na bacia do Rio dos Sinos, que passa por Novo Hamburgo e São Leopoldo. Mas ao se seguir em direção leste, depois de se cruzar pontos altos da serra, rapidamente se chega a Maquiné já no litoral gaúcho… Um outro lugar incrível, que faz parte  de toda uma região que ainda merece muito mais da nossa atenção…

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