Choveu pouco neste começo de 2022, e a imponente Cascata do Salto Ventoso em Farroupilha na Serra Gaúcha, verte apenas alguns filetes de água. O lugar é marcante na região e pode ser visto de frente através de um mirante na estrada asfaltada que lhe dá acesso a partir da zona urbana da cidade. Neste lugar se chega de forma gratuita, mas um pouco mais adiante vale a pena pagar ingresso para entrar no parque onde fica este presente da natureza.

Já mostramos este lugar outras vezes, e é impossível não dar especial atenção ao fato de se poder caminhar por trás da queda. Mas desta vez, a cortina d’água estava um tanto fina e transparente pela falta de chuvas o que não tira a emoção da experiência de ver a paisagem do vale por trás da queda. E ainda se pode apreciá-la por vários ângulos, caminhando pela passarela que permite esta passagem por entre a parede de rochas e as águas.

Esta estrutura metálica, porém, não é a única melhoria realizada nos últimos anos. O acesso até ela a partir da parte alta, por onde se entra no parque, agora é realizada por uma via larga e pavimentada, o que facilitou a caminhada até lá. Aos amantes de trilhas mais naturais e selvagens, no entanto, há opções de percursos em outros ambientes do parque…

Ao longo dos espaços de circulação, placas indicam algumas espécies de árvores, mas também produções artísticas que tem como cenário a cascata. Como a famosa cena do beijo atrás da queda do filme O Quatrilho que sempre comentamos aqui, e que de certa forma ajudou a divulgar o lugar…

Para completar o passeio, sempre é bom esticar a caminhada até as ruínas de uma casa erguida nos anos 1950 pela Família Aguiar. Ali se pode conhecer (através de mais uma placa) como era a casa quando inteira, além de se ficar sabendo que antes desta ocupação do século XX, o lugar era a maior sesmaria do Rio Grande do Sul, doada ao Vice-consul da França em 1865.

Um lugar fabuloso para apreciar a natureza, e como foi o caso desta vez, tentar entender suas alterações e o que pudemos fazer para evitar danos que podem em última instância prejudicar nossas vidas. Afinal, sem água não vivemos, e caminhar por um leito quase seco do rio que forma a queda, é algo que até pode ser curioso, mas é também muito preocupante… Voltará a chover com mais normalidade em breve? Diminuirá, ou mesmo faltará água no nosso futuro? Esperamos que não, pelo óbvio motivo de matar nossa sede de vida e também para poder vê-la circulando e deslizando por belas e estonteantes paisagens…

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